Ngonguita Diogo, ‘Infelizmente ninguém me aplaude’

Ngonguita Diogo, ‘Infelizmente ninguém me aplaude’

9 de fevereiro de 2018

o reconhecimento é necessario

Por: Jéssica dos Santos 

Fotografo: Santo César 


Em entrevista à Neovibe, aquando da apresentação do recital de poesia ‘Transformando dor em arte’, em alusão ao dia 4 de Fevereiro, a escritora Ngonguita Diogo jogou um apelo a sociedade e em particular ao Ministério da Cultura.

“ Através da arte, em quase 60 minutos, nós conseguimos descrever o que foi o 4 de Fevereiro, os artistas estão prontos e a história precisa de ser contada. Nós temos trabalhado a custo zero, a nossa motivação artística nos move, mas está difícil, eu sou amante da arte, eu gosto e tenho a sorte de ter ao meu lado artistas que têm a mesma motivação que a minha e me acompanham e porque eu acho que nós devemos sim mostrar a nossa historia”.

Com 55 anos Ngonguita Diogo, escreve artisticamente desde 2004, teve o seu primeiro livro publicado em 2010. Com sete obras literárias no mercado a escritora é  membro da academia de letras do Brasil,  Directora da academia de letras do Brasil para questões humanitárias do continente africano, mas lamentou o pouco reconhecimento que recebe em casa. “Infelizmente ninguém me aplaude”.

 

 

 

Fonte: Neovibe